LaBee Laboratório de Escrita de Editais

LaBee

Laboratório de Escrita de Editais

Do rascunho ao projeto aprovado

Oportunidades

Editais abertos

Os mais urgentes vêm primeiro. A cor do prazo avisa quando é hora de correr.

Faltam 9 dias Fomento direto
Prefeitura de Niterói · Secretaria Municipal das Culturas

PNAB Niterói 2026 — Edital Aldir Blanc de Fomento à Cultura

Fomento a projetos culturais de Niterói em várias linguagens (música, teatro, dança, circo, literatura, carnaval, games e outras), com cotas. Podem participar pessoas jurídicas com e sem fins lucrativos e MEIs.

Inscrições até
26/10/2026
Valor
R$ 2,74 milhões no total · 48 projetos de R$ 35 mil a R$ 100 mil
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Edital da Política Nacional Aldir Blanc (PNAB) da Prefeitura de Niterói, pela Secretaria Municipal das Culturas.

Confira o edital completo e o formulário de inscrição na página oficial antes de enviar.

Faltam 14 dias Fomento indireto
Ministério da Cultura

Lei Rouanet — apresentação de propostas no Salic

Período anual para cadastrar propostas no Salic e, depois de aprovadas, captar patrocínio por incentivo fiscal federal. Fecha em 31 de outubro.

Inscrições até
31/10/2026
Lei
Lei nº 8.313/1991 (Rouanet) · IN MinC nº 29/2026
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Pela Instrução Normativa MinC nº 29/2026 (art. 5º), as propostas culturais podem ser apresentadas de 1º de fevereiro a 31 de outubro de cada ano.

Atenção: 31/10/2026 cai num sábado. Não deixe para a última hora.

Faltam 14 dias Fomento indireto
Shell Brasil

Programa Shell de Patrocínio

Patrocínio a projetos incentivados de cultura e esporte com impacto social e legado territorial.

Inscrições até
31/10/2026
Valor
Indicado pelo proponente no campo “Valor solicitado à Shell”
Lei
Lei Rouanet e Lei de Incentivo ao Esporte
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Categoria: projetos incentivados em Cultura e Esporte. Modalidades: projetos culturais e esportivos incentivados; na cultura, a Shell indica prioridade para equipamentos culturais, festivais, ações formativas, iniciativas ligadas à economia criativa e projetos com impacto social e legado territorial.

Quem pode participar: pessoas jurídicas com CNPJ ativo, aptas a apresentar projetos incentivados pela Lei Rouanet ou pela Lei Federal de Incentivo ao Esporte, preferencialmente sediadas ou com atuação nos territórios priorizados pela Shell.

Forma de inscrição: formulário digital indicado pela Shell e hospedado/operado pela Mais Baluarte. A página oficial da Shell orienta o envio de propostas por formulário.

A Shell Brasil apoia projetos incentivados por meio da Lei Rouanet e da Lei Federal de Incentivo ao Esporte, com foco em iniciativas que gerem impacto positivo, ampliem acesso, promovam inclusão e fortaleçam a sociedade. Antes de preencher sua inscrição, confira se o projeto está ou será enquadrado em mecanismo de incentivo federal, se o proponente possui natureza e documentação compatíveis, se o território de execução está alinhado às prioridades da Shell e se a proposta demonstra aderência aos atributos estratégicos: DE&I, transformação social, legado, sustentabilidade, criatividade/inovação e redes/parcerias. A Shell afirma que, em 2026, apoiou 79 iniciativas em cultura e esporte.

Faltam 18 dias Fomento direto
Prefeitura de São Gonçalo · Secretaria de Turismo e Cultura

PNAB São Gonçalo — Chamamento Público nº 05/2026: Festivais, Mostras, Encontros e Circuitos Culturais

Seleção de festivais, mostras, encontros e circuitos culturais gratuitos e acessíveis em São Gonçalo. Só pessoa jurídica, uma proposta por agente, com cotas.

Inscrições até
04/11/2026
Valor
R$ 1,3 milhão para 7 projetos
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Chamamento da Política Nacional Aldir Blanc (PNAB) com recursos do Fundo Municipal de Cultura (Funcultura), pela Portaria nº 33/SMTC/2026.

A inscrição é feita no portal Colabore+ da Prefeitura, com login.

Faltam 44 dias Fomento indireto
Secretaria de Estado de Cultura e Economia Criativa do RJ

ICMS RJ — Lei Estadual de Incentivo à Cultura

Inscrição anual de projetos para patrocínio por renúncia fiscal de ICMS de empresas do Rio de Janeiro. Para proponentes residentes no estado.

Inscrições até
30/11/2026
Lei
Lei Estadual nº 1.954/1992
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Inscrições de 1º de março a 30 de novembro de 2026, pelo Sistema Desenvolve Cultura.

Limites: MEI pode pedir até R$ 200 mil; pessoa física e MEI inscrevem até 3 projetos por período e pessoa jurídica até 5 (Resolução SECEC nº 89/2020).

Fomento direto (PNAB, editais): 🟡 faltando 15 dias · 🔴 faltando 8 Fomento indireto (Rouanet, ICMS, leis de incentivo): 🟡 faltando 60 dias · 🔴 faltando 30

Quadro de honra

Quem passou por aqui e ganhou

Atendidos do LaBee que tiveram projeto aprovado em edital. Cada cartão é uma história que saiu do papel.

O próximo aprovado
pode ser o seu projeto.
O próximo aprovado
pode ser o seu projeto.
O próximo aprovado
pode ser o seu projeto.

Portfólio

Formação que vira cena

Quem somos

Iniciativa popular de democratização do acesso ao fomento

LaBee — Laboratório de Escrita de Editais, um projeto de mentorias voltado ao acompanhamento de artistas, produtores independentes e da classe artística como um todo na elaboração e submissão de propostas. Formação, mentoria e acompanhamento para quem faz cultura escrever, inscrever e aprovar projetos.

Metodologia

Aprender a escrever escrevendo

A metodologia do LaBee parte do entendimento de que aprender a escrever editais é um processo prático, contínuo e diretamente ligado à realidade dos artistas, produtores e agentes culturais. Por isso, o curso combina formação teórica, exercícios aplicados, acompanhamento pedagógico e orientação voltada ao desenvolvimento real de projetos culturais.

Continuar lendo

Ao longo das aulas, os participantes são estimulados a partir de suas próprias ideias, trajetórias e desejos de realização. A proposta é que cada participante compreenda as etapas de construção de um projeto cultural, desde a concepção inicial até a organização da escrita, do orçamento, do cronograma, da documentação, da comunicação, da acessibilidade e da futura prestação de contas.

Esse acompanhamento é fundamental porque o objetivo do curso não é apenas transmitir informações. A proposta é criar condições para que os participantes consigam aplicar o conhecimento, organizar suas ideias, vencer inseguranças e construir projetos com mais clareza, consistência e viabilidade.

Fundadores

Quem faz o LaBee

H

Hainner Rangel

Fundador do LaBee

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Produtor cultural, gestor público e captador de recursos. Atua na Fundação de Arte de Niterói (FAN) como coordenador de captação, além de ser criador e coordenador do LaBee. É diretor de produção e captador na Taverna Produções, com experiência em elaboração, submissão e acompanhamento de projetos de fomento direto e indireto. Na gestão pública, atuou na Secretaria de Cultura de São Gonçalo com gestão de pauta dos equipamentos culturais. Tem trajetória no terceiro setor, com atuação no Núcleo de Editais do MACquinho e acompanhamento de iniciativas comunitárias e organização de projetos. No teatro, integra a trajetória da Graco Cia de Atores, com estreias e circulação em palcos como SESI, SESC e Futuros - Arte e Tecnologia, entre outros. Também atuou no audiovisual, com captação de recursos e produção executiva do filme Originários, dirigido por Oscar Francisco, com roteiro de René Belmonte e participação de Kiko Pissolato.

P

Pablo Barreto

Fundador do LaBee

ver trajetória completa

Atua na coordenação de projetos culturais, comunicação institucional e políticas públicas voltadas à economia criativa. Tem experiência com editais, captação e execução de projetos via ICMS/RJ, ISS/RJ e Lei Rouanet, unindo gestão, planejamento e comunicação digital. Atuou na gestão de projetos financiados por LPG e PNAB (Ciclo 1), implementou editais como Cultura Viva - Territórios Gonçalenses e contribuiu na construção do PAR da PNAB - Ciclo 2 em São Gonçalo, representando o governo gonçalense em paridade com a sociedade civil, conforme a Lei 13.018 da Política Nacional de Cultura Viva. Também atua na elaboração de projetos culturais e sociais para o Terceiro Setor, com mentorias voltadas a planos anuais e leis de incentivo, colaborando com instituições como o Espaço Cultural da Grota, Instituto São Paio e Associação Mulheres da Parada.

No ar

Edital explicado em vídeo

Aulas gravadas, lives e dicas rápidas para assistir, salvar e mandar para quem está escrevendo projeto.

Primeiros passos do projeto cultural

Aula 02 · Asy Sanches

Ferramentas digitais para inscrições

Aula 03 · Pablo Barreto

Metodologia prática para projetos culturais

Aula 04 · Asy Sanches

Cronograma e planejamento de execução

Aula 05 · Pablo Barreto

Planilha orçamentária do projeto

Aula 06 · Pablo Barreto

Escrita de projetos: apresentação, sinopse e público

Aula 07 · Heitor Collet

Acessibilidade em projetos culturais

Aula 08 · Dilma Negreiros

Comunicação e Portfólio

Aula 09 · Thiago Mathias

Prestação de Contas

Aula 10 · Pablo Barreto

Inteligência Artificial para Projetos Culturais

Aula 11 · Pablo Barreto

Notícias

Aprenda agora, sem esperar a próxima turma

Guias curtos sobre escrita, orçamento, leis de incentivo e prestação de contas.

Mentoria

Não escreva seu projeto sozinho

O LaBee acompanha você numa inscrição real, do enquadramento no edital à revisão final antes de enviar.

Entender como funciona a mentoria

A mentoria do LaBee — Laboratório de Escrita de Editais apoia artistas, produtores independentes e a classe artística como um todo na elaboração, revisão e submissão de projetos para editais, chamadas públicas e oportunidades culturais.

A proposta parte do entendimento de que escrever um projeto para edital é uma tarefa muito mais prática do que teórica. Por isso, o LaBee atua como um espaço de mentoria e acompanhamento, ajudando quem participa a aplicar o conhecimento sobre políticas culturais, estrutura de projeto, orçamento, cronograma, acessibilidade, comunicação e prestação de contas em inscrições reais.

O LaBee acredita que o fortalecimento da escrita de projetos é também uma forma de democratizar o acesso ao fomento. Ao apoiar artistas, produtores, coletivos e instituições na captação de recursos, contribui para viabilizar projetos culturais, ampliar o acesso aos mecanismos de fomento e movimentar a economia criativa, gerando trabalho, renda, oportunidades e circulação cultural.

Conhecimento

Leis de incentivo à cultura

Lei RouanetLei nº 8.313/91 — Federal

A Lei Rouanet é a principal lei federal de incentivo à cultura do Brasil. Ela permite que projetos culturais aprovados pelo Ministério da Cultura sejam autorizados a captar recursos junto a empresas e pessoas físicas, por meio do direcionamento de parte do Imposto de Renda devido. Na prática, isso significa que o patrocinador não está apenas fazendo uma doação comum: ele está destinando parte do imposto que já pagaria ao governo para apoiar um projeto cultural aprovado. Empresas tributadas pelo lucro real podem destinar até 4% do Imposto de Renda devido, enquanto pessoas físicas podem destinar até 6%, conforme as regras da legislação.

O funcionamento começa com a elaboração do projeto. O proponente organiza a proposta com objetivos, justificativa, público, cronograma, orçamento, acessibilidade, plano de execução e demais informações exigidas. Depois, o projeto é cadastrado no SALIC, sistema oficial do Ministério da Cultura, onde passa por análise técnica. Se for aprovado, o projeto recebe autorização para captar recursos. Esse ponto é fundamental: estar aprovado na Lei Rouanet não significa que o dinheiro já está garantido. A aprovação permite que o projeto busque patrocinadores.

A Lei Rouanet integra o Programa Nacional de Apoio à Cultura — PRONAC, que reúne diferentes mecanismos de fomento à cultura. O mais conhecido é o incentivo fiscal, também chamado de mecenato, no qual patrocinadores apoiam projetos culturais e podem abater esse valor do Imposto de Renda, dentro dos limites permitidos.

Além da lei, é importante conhecer as instruções normativas. A instrução normativa é um documento publicado pelo órgão responsável pela política pública para explicar, detalhar e atualizar a forma como a lei será aplicada na prática: como cadastrar o projeto, quais documentos apresentar, quais limites observar, como funciona a análise, a execução, a captação e a prestação de contas.

Os projetos podem ser enquadrados em diferentes áreas culturais, como artes cênicas, música, artes visuais, humanidades, patrimônio cultural, museu e memória e audiovisual. Por isso, escolher corretamente o segmento, a categoria e o tipo de ação cultural é uma parte estratégica da escrita do projeto.

Mais do que um mecanismo de captação, a Lei Rouanet é uma ferramenta de desenvolvimento cultural. Quando bem utilizada, ajuda a viabilizar projetos, movimenta a economia criativa, gera trabalho e renda para artistas, produtores e técnicos, amplia o acesso da população à cultura e fortalece a produção cultural brasileira.

Lei Estadual de Incentivo à Cultura — ICMS/RJEstado do Rio de Janeiro

A Lei Estadual de Incentivo à Cultura do Rio de Janeiro, conhecida muitas vezes como Lei do ICMS, é um mecanismo de fomento que permite a realização de projetos culturais com apoio de empresas contribuintes do ICMS no Estado do Rio de Janeiro. Diferente da Lei Rouanet, que utiliza o Imposto de Renda e funciona em âmbito federal, a Lei do ICMS é estadual. Isso significa que o projeto precisa estar adequado às regras do Estado do Rio de Janeiro e o patrocinador precisa ser uma empresa que recolhe ICMS no estado.

Na prática, o funcionamento é parecido com outras leis de incentivo: o proponente escreve o projeto, realiza o cadastro no sistema indicado pela Secretaria de Estado de Cultura e Economia Criativa do Rio de Janeiro, passa pela análise técnica e, se aprovado, recebe autorização para captar recursos junto a empresas patrocinadoras. A empresa patrocinadora, por sua vez, destina parte do ICMS que pagaria ao Estado para apoiar o projeto cultural aprovado. Assim, o recurso que iria integralmente para o pagamento do imposto passa a financiar ações culturais, gerando circulação de arte, trabalho, renda, formação de público e fortalecimento da economia criativa fluminense.

É importante lembrar que a aprovação do projeto na Lei do ICMS não garante automaticamente o dinheiro. Ela autoriza o proponente a buscar patrocínio. Depois da aprovação, começa a etapa de captação, em que o projeto precisa ser apresentado a empresas interessadas em apoiar iniciativas culturais por meio do incentivo fiscal.

Por isso, além de escrever bem o projeto, é fundamental entender se a proposta está adequada às regras da lei, se o proponente está apto, se o orçamento está coerente, se o projeto tem contrapartidas claras e se há uma boa estratégia de captação junto a possíveis patrocinadores.

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