Como utilizar a Lei do ISS para captar recursos e patrocinar projetos culturais em Niterói
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Os dois dão dinheiro ao projeto, mas funcionam de formas bem diferentes. Entenda qual combina com o seu momento.
Muita gente perde tempo tentando patrocínio quando devia estar disputando fomento direto, e vice-versa. A escolha depende do seu momento.
O órgão público lança edital, seleciona e paga com recurso próprio. Você concorre com outros projetos, e se for selecionado, recebe.
Vantagem: entre a inscrição e o dinheiro existe um caminho definido, com prazo. Desvantagem: concorrência alta e valor por projeto geralmente menor.
Serve para: quem está começando, quem tem projeto de porte pequeno ou médio, quem não tem tempo nem estrutura para negociar com empresa.
O poder público aprova o projeto e autoriza a captação. Depois você procura empresa que aporte o recurso e abata do imposto.
Vantagem: valores maiores e possibilidade de repetir com o mesmo patrocinador nos anos seguintes. Desvantagem: aprovar é só metade do caminho. Sem captação, o projeto não sai.
Serve para: quem já tem alguma rede de contato, quem tem projeto de porte maior e quem consegue esperar mais tempo.
Faça os dois em paralelo, com projetos diferentes. Inscreva o projeto menor em fomento direto, que tem ciclo mais curto, e aprove o projeto maior na lei de incentivo para captar ao longo do ano. Assim você não fica dependente de um único resultado.
Neste site, a seção de Editais de Fomento reúne as chamadas de recurso direto, e a de Editais de Patrocínio traz as seleções de empresas como Petrobras, Shell e Ambev, que buscam projetos já aprovados em lei de incentivo.
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